quinta-feira, 3 de julho de 2014




Ontem realizamos a Caminhada do 2 de Julho, como fazemos todos os anos.

A data cívica mais importante da Bahia atrai muita gente, como sempre, estava lotada. Não concordo com a ideia de que "a maioria" dos baianos não está nem aí pra data.

Pessimistas sempre trabalham com o objetivo de estragar tudo, desfazer o que é bem feito, fazendo a gente desacreditar no que a gente vê.

Mas o que eu vi, e vejo todos os anos, são demonstrações de muita paixão e devoção pela nossa terra.

E, uma novidade que levamos esse ano, foi a presença da maior torcida organizada do Nordeste, a BAMOR, nos acompanhando por todo o percurso.

Foi uma agradável surpresa pra maioria, que enxergou com bons olhos uma torcida organizada participar do 2 de Julho. 

Essa participação da BAMOR, nos trouxe várias reflexões acerca do que o futebol, o time e a torcida representam e podem representar para uma cultura, para um estado. É inegável a força que essa paixão tem.

Torcidas organizadas são, geralmente, vistas com maus olhos pela maioria da sociedade, para uns são sinônimo de violência e baderna.

Mas eu não vejo dessa forma. Torcida organizada representa paixão, amor pela cultura, devoção pelo time. E isso pode ser transformado em muita coisa bacana, com o direcionamento e incentivo necessário.

Transformação social se faz a partir de união, e de diálogo, e não através de discriminação. Eu apoio o fortalecimento das torcidas organizadas pra gente catalizar essa força para ações de transformação na sociedade.

Fica aqui, novamente, o agradecimento à BAMOR pela confiança. Espero que as torcidas sempre participem destas datas.



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