segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O liberalismo – continuação.

         Está claro que estas liberdades[1] são só para os capitalistas. O liberalismo rejeita a prática mercantilista na qual o Estado controla todo o fazer econômico de uma nação.
        
         Frente a isto sustentam a livre concorrência, quer dizer, que o Estado não intervenha na economia (que em linguagem clara significa que o Estado não imponha limites à forma e quantidade de se obter lucros à custa dos trabalhadores).

         O papel do Estado é garantir essa livre concorrência à propriedade privada e, além disso, deve criar condições materiais que permitam aos empresários privados obterem maiores lucros, tais como: construir novas estradas, portos, estradas de ferro, etc. (Isto também é intervenção na economia)

         Livre concorrência também significa que exista liberdade de decidir o quê e como produzir;quem produz e, como se distribui e se consome o produzido.

         A economia é conduzida por uma mão invisível que faz com que o capitalista, buscando seu interesse egoísta, sem se dar conta, assegura o interesse social. Esta mão invisível é a livre concorrência que permite que a economia sempre funcione bem e, quando surgem crises, ela mesma se corrige através do movimento de oferta e procura.


[1] http://www.scribd.com/doc/32384371/Curso-Realidade-10- Encontros-de-1-Dia. No dia 17/01/2010. O site não cita a autoria

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